O minimalismo e eu

Vivi a maior parte da minha vida numa casa bem pequena e até os 15 anos dividi meu quarto e armario com os meus pais. Com a chegada da adolescência, eles decidiram que eu precisava de um pouco de espaço so para mim e se viraram como puderam para me deixar sozinha no quarto. Não foi um pedido ou exigência minha. A decisão veio deles.

Isso quer dizer que eu nunca pude acumular muitas coisas. Junte a isto a total desorganização da minha mãe – que adora cozinhar, mas admite para quem quiser ouvir que organização realmente não é a sua praia – e temos aqui uma Natalia que sempre praticou o minimalismo sem mesmo saber o que isso queria dizer.

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O valor das pessoas

Eu não faço terapia. Nunca fiz. Não digo isso como uma vantagem e por muitas vezes pensei sim que terapia poderia me ajudar a superar certas coisas. E ainda penso. Porém, por enquanto, as aulas de pilates são mais importantes porque fazem bem para o corpo e para a alma. Prioridades.

Costumo dizer que as pessoas so tem o valor que damos a elas. Não sei bem de onde tirei isso, mas certamente não inventei nada. Fato é que me deparo com situações em que apenas essa frase me salva. Que sejam os perrengues de grupo de familia no whatsapp, ou quando penso no mal que algumas pessoas me fazem. Não porque elas tenham a intenção de me fazer algum mal. As vezes elas apenas não me dão a importância que dou a elas. E isso não deveria ser um problema.

São coisas bobas, pequenas, que outras pessoas esquecem. Em mim fica gravado, me impedindo às vezes de dormir. Como a vida não pode parar porque eu estou/sou ansiosa, cabe a mim simplesmente evitar o que me faz mal. Pode parecer mais uma fuga do que enfrentamento do problema, mas para a minha saude mental essa atitude foi crucial.let-this-shit-go

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Em busca de equilibrio

Pensei em muitas formas de começar esse texto e me deparei com uma folha virgem muito mais tempo do que imaginava que seria capaz. A verdade é que o titulo deste post define bem o meu estado de espirito atual e ha bastante tempo.

Nesses ultimos tempos eu derivei bastante nas plataformas dos varios blogs que ja criei. Recentemente, regrupei mais ou menos todos os blogs que eu ja tive no meu Across my head, linkado aqui na minha blogroll. Digo mais ou menos porque comecei a escrever e a publicar no final dos anos 90, começo dos anos 2000 e o registro mais antigo que tenho data de 2006, se não me engano. Sem contar as vezes em que tive blogs paralelos, como um blog que alimentei no WordPress em 2007 unicamente para extravasar a dor do término de um namoro. O que foi uma experiência bem louca porque eu escrevia para mim, mas como o blog era publico, varias pessoas chegaram até ele procurando a tematica em motores de busca e deixavam comentarios maravilhosos, que me ajudaram lindamente a passar por essa fase.

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